O Câncer do colo uterino constitui-se no mais implacavél inimigo nos anbulatórios de cancerologia. Doença que evolui de maneira insidiosa, com transformações celulares do colo uterino, que afinal chegam ao chamado carcinoma in situ, primeira fase, fase curável da doença. Posteriormente, a lesão torna-se ulcerada, formando um ferida não cicatrizável que vai inflamando e invadindo todo o colo e, posteriormente a parte superior da vagina, para chegar em fase avançada aos òrgãos vizinhos.
Na fase inicial temos poucos sintomas: um pequeno corrimento com sangramento anormal, dor ocasional, desconforto no baixo ventre. O tratamento cirúrgico é a escolha inicial. Se, no entanto, consideramos os casos um pouco mas avançado, a radioterapia, agora em conjunto com a quimioterapia, tem seu lugar para combater a doença. O problema real da se inicia nos ambulatórios quando já se nos apresentam doenças avançadas, com dor, que só cede com o uso de morfina, sangramento profundo, invasão de bexiga e reto, com fezes sendo eliminadas pela vagina e, em outras situações, com as metástases pulmonares de difícil controle, por que a quimioterapia, única arma disponível a esse nível, não apresenta resultados animadores.
Discutir numeros de incidência e mortalidade é estratégia destinada aos programas de controles, e os programs de prevenção que tem sido implantado nos pólos de desenvolvimento do gorverno do Pará demostraram sua importância no diagnòstico e controle das doenças. Voltemos então a fase inicial. O controle da doença só será possivél com a chamada prevenção ou detecção precoce. Temos que concientizar a população da mescessidade de exames ginecológicos periódicos, agora disponíveis em qualquer posto de saúde. A educação sexual tem seu lugar na sociedade, e ate métodos mas avançados, como o programa de vacina que possa previnir contra o HPV, ora sendo implantado, não podendo substituir a educação, a prevenção, a responsabilidade sexual em nossa população. Temos que ensinar nossas crinaçãs que com a vida sexual saudável, sem precocidade, sem multiplos parceiros, parceiros sem doenças, pessoas que não fumam, estaremos contribuindo prara que a relaidade atual, só conhecida infelizmente por aqueles que atuam nos ambulatórios de câncer e que acompanham o sofrimento incontido de seus pacientes, possa ser transformada em vida saudável. Portanto, se um diagnóstico for feito, que seja na fase inicial, e maior número de pessoas estará consciente de suas responsabilidades.
Autor(a): Dr. José Luiz A. de Carvalho