O câncer de próstata desperta o maior temor entre os homens acima de cinqüenta anos. Isso porque tem evolução silenciosa e, em muitos caos, passa desapercebido, sendo que é encontrado em necropsia na maioria dos homens idosos, e ali ficou por muitos anossem sintomas.

No entanto, existe sintomas que podem ocorrer nos casos mais agressivos, que são a presença de sangue na urina, necessidade frequente de urinar, principalmete à noite, com jato urinário fraco, além de dor e queimação ao urinar. É claro que a presença de um desses sintomas não significa que a pessoa esteja com câncer, pois váriasdoenças causam sintomas semelhantes. Por isso, Por isso, é muito importante a visita ao médico, para que possamos ter um diagnóstico precoce de câncer de prostáta. O grande problema desse tipo de câncer, e os dois fatores confirmadamente associados, são a idade e a história familiar. A grande maioria dos casos ocorre, como já dissemos, em homens com mais de cinqüenta anos e com história de pai, irmão, tio já haver tido a doença. Alguns admitem que possam existir fatores como a dieta, sem ainda confirmação científica. Outro problema é que, a não ser o exame do marcador tumoral chamdo PSA, cujo aumento é um indicador, e o exame clínico periódico, não existe método de prevenção disponíveis.

Em nosso meio, o câncer de prostáta tem atingido proporções inimagináveis, e o atendimento em regime ambulatorial vai a mais de 25% dos casos nos centros de referência.

O tratamento dos casos iniciais é sempre cirúrgico e, em outros, podem utilizar a radioterapia.

Nos casos avançados, a hormonioterapia tem seu lugar, e a maioria dos pacientes vem sendo controlada com esse método.

infelizmenmte, nos útimos anos, a ciência não tem evoluidopara o encontro da cura de nossos pacientes, e métodos propalados como vacinasv e outras formas de terapêuticastêm-se mostradoineficaz.

Uma esperança que vem mostrando na prática algum resultado é a quimioterapia com drogas de última geração, como o docetaxel, já disponível em nosso meio. Seu uso depende de vários fatores, como o estado do paciente nas primeiras doses- nos casos em que foi bem indicado apresentou alto índice de respostas.

Dessa forma, continua a ciência a estudar novas formas de diagnósticos e tratamento contra esse flagelo, que atormentacancerologistas e pacientes.

Autor(a): Dr. José Luiz A. de Carvalho